EPISÓDIO 1: a cor amarela
"Eu quero presentear
A minha linda donzela
Não é prata nem é ouro
É uma coisa bem singela
Vou comprar uma faixa amarela
Bordada com o nome dela..."
Só no samba para a cor amarela dar certo. Francamente, não gosto dessa cor e não consigo combiná-la com outras cores sem ficar "... Pátria amada, Brasil!"
Sério!
Bordei estas toalhas (existe louco para tudo, inclusive para o amarelo):
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>>>>>> | <><><><><><> >>>>>>
| Olha o detalhe. |
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| Azul com azul, foi o jeito |
Ok, ok. Posso estar exagerando um pouquinho. Não odeeeeeeeio a cor, mas não me identifico com ela. Rosa, azul, branco... Qualquer uma, menos o amarelo.
EPISÓDIO 2: o dia em que meu crochê ganhou vida.
12h00. Estava eu, vindo do trabalho e indo para casa, tendo meu estômago como tenor. (Para quem não sabe, faço este percurso com Severino-A bike) quando, meu material de crochê pulou do saquinho e a linha saiu rolando rua abaixo. Sabe o que é estar faminta, sob um sol escaldante, segurando o "camelo" e correndo atrás de linha?
Chaguei em casa revoltada. Peguei uma perna de calça e decidí: hora de fazer uma bolsinha para aprisionar fujão. Esquecí de fotografar o PAP (Fala sério, vocês fazem isso com as mãos nas costas!). Mas o resultado final foi este:
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| A fujona já está aí. |
Depois da bolsinha, nunca mais meu crochê fugiu.
Beijitos